CHEIRO INTELECTUAL: Marni cria sua primeira fragrância

Sabia que ainda existem grifes importantes que não tem um fragrância para chamar de sua? A Louis Vuitton é um dos exemplos mais chocantes, apesar de informações de que o perfume da maison francesa está no forno para 2013/14…

Outra surpresa é a grife italiana Marni, que acaba de ser vendida ao grupo de Renzo Rosso. A Marni é conhecida por seu DNA experimental e eclético, mas como isso seria traduzido para um perfume? Informações de bastidores afirmam que a designer Consuelo Castiglioni não gosta do cheiro de frutas ou flores, aprovando apenas fragrâncias masculinas.

“Fragrância conceitual com um ‘quezinho’ intelectual”… Isso me lembra instantaneamente os perfumes da Prada que são cheios de elementos exóticos e not for me, definitivamente.

A perfumista escolhida foi Daniela Andrier, responsável por fragrâncias da Prada e Maison Martin Margiela — conceitual, na mosca. “Quando você borrifa a fragrância, não consegue cheirar toda história. O cheiro muda; é complicado e ao mesmo tempo sensual. Ser diferente é muito difícil atualmente, mas é também muito especial”, disse Daniela sobre a fragrância Marni, que tem cardamono, oriza e uma única flor (a rosa) em sua fórmula.

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