FASHION ICON, Diana Vreeland é traduzida em documentário


“Eu não era ‘a’ editora de moda, eu era a única editora de moda”. O impacto dessa frase faz do documentário sobre a carreira de Diana Vreeland, The Eye to Travel, o mais esperado,  pelo menos por mim. E deveria ser para você também, fashionista.

Dirigido por Lisa Immordino Vreeland (esposa do neto de Diana, Alexander), o filme percorreu o circuito de festivais internacionais e estreia dia 21 de setembro – claro – nos Estados Unidos e Reino Unido.

Diana começou sua história na Harper’s Bazaar. Lá ficou por 30 anos até mudar-se de casa. Na revista Vogue americana, assumiu o cargo de editora-chefe, onde tinha uma sala de paredes vermelhas – sua cor favorita.

Curiosidade: Vreeland comia diariamente um sanduíche de geléia acompanhado por um copo de uísque no almoço, religiosamente.

E foi no início dos anos 70 que ela foi afastada da Vogue americana por não levar muito em consideração orçamentos da publicação.

Com a ida de Diana, o fim de uma era. Antes, a Vogue US simbolizava avant garde e muita criatividade, que foram mudadas para uma linguagem comercial de olho no dia-a-dia. A quebra de paradigmas foi transferida para a Vogue Itália – ainda bem!

The Costume Institute no MET em Nova York foi o próximo emprego de Vreeland. E foi ela também quem estabeleceu o local como o principal espaço para retrospectivas/homenagens ao design de moda.

Se hoje editoras de moda como Anna Wintour e Anna Dello Russo são equiparadas a personalidades, elas ‘devem’ isso a Vreeland. Diana (pronuncia-se Dee-yana) ganhou notoriedade durante as épicas festas do Studio 54.

Ela faleceu em 1989 e deixou um senhor legado. Em um futuro próximo, nenhuma das atuais editoras de moda sairá das sombras de Diana Vreeland.

ASSISTA AO TRAILER DE The Eye to Travel:

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